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O objetivo da parceria entre Blueseventy e Care Club é elevar a experiência em natação e triathlon no Brasil.
CAFEÍNA
A cafeína é um estimulante muito usado no mundo, e não deve ser considerada como sinônimo de café pois é apenas uma das centenas de substâncias encontradas no café.
Esse estimulante esta presente em fontes da alimentação diária como, café, chá, chocolate, cacau e colas, em uma variedade de plantas e em medicamentos não prescritos. (*1,8) Por uma ampla variedade de fontes alimentares e não alimentares, a cafeína é considerada hoje como a substância psicoativa mais consumida em todo o mundo,socialmente aceita por pessoas de todas as idades, independente do sexo e da localização geográfica. (*10)
A cafeína é tida como um suplemento ergogênico nutricional (um suplemento é considerado ergogênico quando aumenta o rendimento esportivo), mas não possui nenhum valor nutricional. Ela é facilmente absorvida pelo estômago e atinge seu ponto máximo no sangue entre 1 e 2 horas, e tem o potencial de afetar todos os sistemas do corpo, já que é absorvida pela maioria dos tecidos. (*8)
CAFEÍNA E ESPORTE
Os efeitos da cafeína para reduzir a fadiga, aumentar a disposição e o estado de alerta, são reconhecidos e estudados há séculos. Esses estudos mostram que a cafeína pode influenciar indiretamente na performance, permitindo que o indivíduo se exercite com maiores intensidade e/ ou por um período maior, reduzindo dor e/ ou sensação de força, através do efeito que é causado no Sistema Nervoso Central. E ainda pode melhorar as funções do músculo esquelético através do aumento da produção de força. (*1,2,3,4)
As evidências mostram que o máximo benefício da cafeína é mostrado com pequenas à médias concentrações de 2 à 3 mg/kg de peso corporal, que é facilmente consumida pela maioria da população (Em média 3 xícaras de café chegam nesse valor). Esses benefícios ocorrem em diferentes tipos de esportes, incluindo esportes de endurece, explosão e “stop-and-go” (exemplo: futebol). (*4)
CAFEÍNA E EFEITOS COLATERAIS
A cafeína é relativamente segura mas as tolerâncias individuais variam e com isso pode haver efeitos colaterais. O consumo excessivo pode provocar ansiedade, nervosismo, dificuldade de concentração, mal-estar gastrointestinal, insônia, irritabilidade e , com altas, doses, riscos de arritmias cardíacas e leves alucinações. Além disso pode ocorrer um aumento na temperatura corporal, podendo prejudicar o desempenho em exercício realizados em altas temperaturas. E por aumentar a diurese, pode promover a desidratação. (*5,6,7,8)
Antes de começar a consumir o ergogênico, os efeitos devem ser analisados, assim como a política do esporte, a influência do esporte, a hidratação, a influência no sono e a alimentação. POr isso é sempre bom consultar uma nutricionista para obter um melhor resultado.
CAFEÍNA E O DOPING
Em 1984, nos Jogos Olímpicos de Verão em Los Angeles, aconteceu pelo COI,
uma introdução para o programa anti-doping. Na lista de substâncias proibidas,
a cafeína estava incluída com um excesso de 15 mgc/ml na urina. Esta margem
abaixou para 12 mgc/ml em 1985, isto corresponde a uma ingestão de 5- 6mg/kg. (*4)
Para vocês entenderem melhor, se uma pessoa de 70 kg beber rapidamente cerca
de 3 à 4 canecas ou 5 à 6 xícaras de café filtrado uma hora antes do exercício com
duração no máximo de 1 hora e meia. Se a coleta da urina for feita logo após o
exercício alcançaria o limite máximo de 12mgc/ml. A probabilidade de se alcançar o
limite através da ingestão normal de cafeína é baixa, com a exceção da ingestão de
doses altamente concentradas. (*8)
Porém no novo milênio esses conceitos mudaram. Os resultados metabólicos variam com os atletas e agora reconhecem que a cafeína excretada na urina não tem utilidade prática como marcador do quantidade de cafeína ingerida.Não existe distinção para a cafeína socialmente consumida e para a cafeína consumida com objetivo de aumentar a performance.
Em 1999 of criada a WADA (The world Anti-Doping Agency), como uma independente organização internacional para promover, coordenar e monitorar a briga contra o doping no esporte. Em 2003, a Wada incluiu a cafeína como um estimulante banado das competições com uma concentração na urina de cafeína maior que 12 ug/ml. Ou seja, concentrações menores que 12 ug/ml não seriam consideradas doping. Porém, em 2004 a cafeína foi retirada dessa lista de substâncias restritas. Consequentemente, os atletas agora podem consumir cafeína sem medo de violar o código da Wada. Porém, a cafeína encontra-se no programa de monitoramento da WADA, indicando que a droga indicando que a droga é colocada sob “observação” para o rastreamento de tendências em uso e eventuais abusos que poderiam finalmente colocá-lo de volta à lista de banidos. (*4,8,9,10)
EXEMPLOS DE ALIMENTOS COM CAFEÍNA
A industria de suplementos esta cada vez maior. Existem milhares formas de se ingerir cafeína; em bebidas, shots, barras energéticas,géis, em cápsulas, pós. Segue uma lista de alguns alimentos facilmente encontrados no mercado:

por Dra. Yana Glaser – Coordenadora da equipe de Nutrição da CareClub

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Dr. Roberto Beck elucida os principais pontos sobre a cannabis medicinal, um tópico de crescente interesse na medicina e na sociedade em geral devido aos seus potenciais benefícios terapêuticos

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