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FOLHA VITÓRIA: Você sabe o jeito certo de respirar na corrida?

Respirar da forma correta faz a diferença na sua performance

Todo corredor já sentiu aquela “dorzinha de lado” durante uma atividade física, isso normalmente acontece quando a respiração não foi executada de forma correta.

Cuidar desse e de outros pontos é importante para que, no meio da performance, o atleta não tenha que parar por algum incômodo.

O médico otorrinolaringologista da Care Club, Dr. Roberto Beck, explica que a qualidade da respiração está diretamente relacionada ao nível de treinamento do atleta e que isso indica qual é o condicionamento físico de cada um.

“Essa dor na lateral do tórax é um espasmo muscular, ela normalmente está relacionada à redução do aporte de oxigênio ao músculo e por incoordenação na respiração. Após o aparecimento, o ideal é reduzir o ritmo e aguardar melhorar a dor”.

No entanto, existem medidas para resolver problemas como esse. “O melhor de todos é o treinamento, condicionamento e aquecimento antes de aumentar o ritmo. A prática de respiração diafragmática, controle de postura adequada, evitar alimentações muito pesadas e a perda de peso também ajudam”, diz.

Afinal, existe uma forma certa para respirar durante a corrida?

Ricardo explica que para uma corrida casual e em ritmo leve, o mais recomendado é a respiração nasal, com a opção de exalar o ar pela boca.

Para tiros ou exercícios de intensidade mais forte, a respiração pela boca ou combinada nariz e boca fornece um aporte mais rápido de oxigênio e exala maior quantidade de gás carbônico.

“Outro detalhe é tentar manter uma respiração rítmica entre as passadas, o que auxilia o relaxamento muscular do diafragma, tórax e ombros. Estudos mostram que essa coordenação inclusive reduz a possibilidade de lesões, já que ao expirar há uma redução de pressão no diafragma e relaxamento do core, favorecendo uma diminuição de tensão nos membros inferiores”, completa.

Qual avaliação posso fazer para melhorar minha respiração nos treinos?
O médico indica uma avaliação que consiste em exames clínicos e nasofibrolaringoscopia. Eles vão detectar alterações anatômicas que podem ser tratadas de maneira clínica, com medicação ou cirurgia.

“A avaliação da qualidade do sono também pode ser incluída como um procedimento complementar, além disso é interessante avaliar a história clínica completa de cada paciente, inclusive com aspectos da infância, relacionada à alergia respiratória”, completa.

DR. ROBERTO BECK
É Otorrinalaringologista na Care Club São Paulo/SP

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